O empresário Gilson Cassaroti, 62 anos, de Cornélio Procópio, recebeu homenagem póstuma nesta terça-feira, 9, pela Assembleia Legislativa. A iniciativa partiu do deputado Luiz Claudio Romanelli (PSD), que expediu votos de pesar pela morte do procopense, ocorrida no último dia 3. Gilson era filho de Oscar Cassarotti e Ivone Caciolari Cassarotti. Casado com Deize Maura […]
Mais um projeto do Norte Pioneiro ganhou referência estadual e se estendeu para outras regiões do Paraná. O Mulheres do Café, com forte apoio do IDR-PR, expandiu-se para o Vale do Ivaí em 2021 e hoje alcança 270 mulheres em 18 grupos de 17 das 26 cidades da região com 1.100 hectares plantados.
“As cafeicultoras do Norte Pioneiro são um exemplo para o Paraná”, disse Romanelli a respeito das 250 cafeicultoras de 11 cidades da região reunidas na Associação das Mulheres do Café do Norte Pioneiro do Paraná. “Elas conseguiram fazer coisas fantásticas”, afirmou o deputado. Segundo ele, uma das conquistas foi vencer a barreira do associativismo marcado pela presença, na sua maioria, por homens.
A Amucafe, segundo Romanelli, se destaca não só pela qualidade dos cafés especiais produzidos, mas porque fortalece tanto a cafeicultura quanto toda a produção rural da região.”Com o apoio do Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná e das universidades estaduais, projetos como Mulheres do Café trazem um grande investimento em conhecimento e isto está ajudando a mudar a realidade do Norte Pioneiro”.
Nos últimos anos, a produção das duas regiões (Norte Pioneiro e Vale do Ivaí) recebeu prêmios, o que garante o valor da saca de café acima do praticado no mercado. As sacas especiais são vendidas por um preço de 40% a 50% a mais do que ocafé commodity. Em 2020, segundo o IDR-PR, enquanto o valor do café tradicional foi vendido a uma média de R$ 8 por quilo, o café especial chegou a uma média de R$ 20 por quilo.
Incentivos – Além disso, segundo a Secretaria Estadual da Agricultura, o trabalho das cafeicultoras rendeu, em 2021, mais 27,5 mil sacas (60 quilos cada uma) de café – 3,8 mil exclusivas de café especial. “O projeto Mulheres do Café tem DNA paranaense porque resgata a história de sucesso que tivemos com o café e gera autonomia para centenas de mulheres e suas famílias”, disse o governador Ratinho Junior (PSD).
Para incentivar o setor, o IDR-PR disponibiliza uma equipe multidisciplinar de 13 extensionistas para apoiar as mulheres. São economistas domésticos, assistentes sociais, técnicos agrícolas e engenheiros agrônomos. O instituto criou ferramentas de avaliação para selecionar os melhores cafés e colocá-los à venda em forma de leilão. Chamado de Cup das Mulheres do Café, já na sua primeira edição, o café vencedor foi arrematado por um valor acima de mercado e ficou conhecido como o café mais caro do Paraná. Foram 28 quilos vendidos por R$ 3, 8 mil.
“Esse é um projeto que terá perenidade no Paraná e vai alcançar cada vez mais lideranças femininas. Elas encontraram um nicho, dos cafés especiais, e recebem toda a orientação técnica necessária para crescerem sozinhas. As mulheres do café são protagonistas do campo e estão mudando a vida dos municípios onde já estão inseridas. É um exemplo de sucesso no Brasil”, completa Ratinho Junior.
O deputado Luiz Claudio Romanelli (PSD) destacou nesta terça-feira, 9, o avanço da exportação da produção de goiaba neste primeiro semestre, conforme registrada pela agência de notícias do Sebrae. “A goiaba de Carlópolis está consolidada nos mercados interno e externo. Tudo que é produzido na região tem mercado certo e esse é um resultado de um trabalho dos produtores com apoio do Sebrae, da prefeitura e do Governo do Estado”, disse Romanelli.
Inglaterra, Portugal, Canadá e Oriente Médio são os principais destinos das exportações. Os números do primeiro semestre, segundo Romanelli, são muito significativos e mostram ainda o potencial de produção de outras frutas como o morango, abacate, uva, abacaxi, banana, lichia, maracujá e pitaya. Foram exportadas 65,2 toneladas da fruta – um aumento de 1.142% em relação ao mesmo período do ano passado.
“Um estudo do IDR-Paraná aponta o crescimento exponencial da fruticultura nas 26 cidades da região de Carlópolis. Os produtores aumentaram em 17%, a área de produção aumentou em 33% e o VBP (Valor Bruto de Produção) em 54%, o que alcançou R$ 508 milhões”, disse Romanelli.
Segundo a Cooperativa Agroindustrial de Carlópolis (Coac), as vendas cresceram 50% no mercado, o que denotada a visibilidade e notoriedade da Indicação Geográfica (IG) e a certificação Global G.A.P. “A região também é próxima a São Paulo, um grande centro de comercialização e as rodovias, em boas condições, garantem o escoamento da produção”, disse.
Demanda – Para a Coac, as certificações, que exigiram uma série de adequações nas propriedades, foram fundamentais para a abertura de novos mercados no Brasil e fora do país. A cooperativa tem demanda para exportação o ano todo pelo mesmo preço de venda.
O consultor do Sebrae, Odemir Capello, diz que o selo de Indicação Geográfica (IG) ajudou os produtores na organização das propriedades e gestão do processo coletivo, além de trazer visibilidade para a goiaba por meio das divulgações e participação em feiras nacionais e internacionais.
“Quando iniciamos o projeto da goiaba, a ideia era vender o produto de forma diferenciada e, para isso, criar a certificação. Depois, entendemos que seria importante buscar o mercado externo, por ser mais estável e haver sobra de goiaba na região na época da safra. A goiaba era desvalorizada e jogada fora. Então, propomos certificação Global G.A.P.”, disse.
Capello destaca que a busca por certificações por pequenos produtores, além de diferenciar o produto, ajuda na gestão das propriedades, reduz custos e garante a sustentabilidade. Mas ele enfatiza que a certificação precisa estar de acordo com o mercado que se quer atingir. “Todo esse trabalho é feito pelo Sebrae para gerar desenvolvimento para o norte pioneiro do Paraná e tornar a região uma referência em produtos diferenciados do agronegócio”, completa.
Mais um projeto do Norte Pioneiro ganhou referência estadual e se estendeu para outras regiões do Paraná. O Mulheres do Café, com forte apoio do IDR-PR, expandiu-se para o Vale do Ivaí em 2021 e hoje alcança 270 mulheres em 18 grupos de 17 das 26 cidades da região com 1.100 hectares plantados.
“As cafeicultoras do Norte Pioneiro são um exemplo para o Paraná”, disse Romanelli a respeito das 250 cafeicultoras de 11 cidades da região reunidas na Associação das Mulheres do Café do Norte Pioneiro do Paraná. “Elas conseguiram fazer coisas fantásticas”, afirmou o deputado. Segundo ele, uma das conquistas foi vencer a barreira do associativismo marcado pela presença, na sua maioria, por homens.
A Amucafe, segundo Romanelli, se destaca não só pela qualidade dos cafés especiais produzidos, mas porque fortalece tanto a cafeicultura quanto toda a produção rural da região.”Com o apoio do Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná e das universidades estaduais, projetos como Mulheres do Café trazem um grande investimento em conhecimento e isto está ajudando a mudar a realidade do Norte Pioneiro”.
Nos últimos anos, a produção das duas regiões (Norte Pioneiro e Vale do Ivaí) recebeu prêmios, o que garante o valor da saca de café acima do praticado no mercado. As sacas especiais são vendidas por um preço de 40% a 50% a mais do que ocafé commodity. Em 2020, segundo o IDR-PR, enquanto o valor do café tradicional foi vendido a uma média de R$ 8 por quilo, o café especial chegou a uma média de R$ 20 por quilo.
Incentivos – Além disso, segundo a Secretaria Estadual da Agricultura, o trabalho das cafeicultoras rendeu, em 2021, mais 27,5 mil sacas (60 quilos cada uma) de café – 3,8 mil exclusivas de café especial. “O projeto Mulheres do Café tem DNA paranaense porque resgata a história de sucesso que tivemos com o café e gera autonomia para centenas de mulheres e suas famílias”, disse o governador Ratinho Junior (PSD).
Para incentivar o setor, o IDR-PR disponibiliza uma equipe multidisciplinar de 13 extensionistas para apoiar as mulheres. São economistas domésticos, assistentes sociais, técnicos agrícolas e engenheiros agrônomos. O instituto criou ferramentas de avaliação para selecionar os melhores cafés e colocá-los à venda em forma de leilão. Chamado de Cup das Mulheres do Café, já na sua primeira edição, o café vencedor foi arrematado por um valor acima de mercado e ficou conhecido como o café mais caro do Paraná. Foram 28 quilos vendidos por R$ 3, 8 mil.
“Esse é um projeto que terá perenidade no Paraná e vai alcançar cada vez mais lideranças femininas. Elas encontraram um nicho, dos cafés especiais, e recebem toda a orientação técnica necessária para crescerem sozinhas. As mulheres do café são protagonistas do campo e estão mudando a vida dos municípios onde já estão inseridas. É um exemplo de sucesso no Brasil”, completa Ratinho Junior.
O deputado Luiz Claudio Romanelli (PSD) destacou nesta terça-feira, 9, o avanço da exportação da produção de goiaba neste primeiro semestre, conforme registrada pela agência de notícias do Sebrae. “A goiaba de Carlópolis está consolidada nos mercados interno e externo. Tudo que é produzido na região tem mercado certo e esse é um resultado de um trabalho dos produtores com apoio do Sebrae, da prefeitura e do Governo do Estado”, disse Romanelli.
Inglaterra, Portugal, Canadá e Oriente Médio são os principais destinos das exportações. Os números do primeiro semestre, segundo Romanelli, são muito significativos e mostram ainda o potencial de produção de outras frutas como o morango, abacate, uva, abacaxi, banana, lichia, maracujá e pitaya. Foram exportadas 65,2 toneladas da fruta – um aumento de 1.142% em relação ao mesmo período do ano passado.
“Um estudo do IDR-Paraná aponta o crescimento exponencial da fruticultura nas 26 cidades da região de Carlópolis. Os produtores aumentaram em 17%, a área de produção aumentou em 33% e o VBP (Valor Bruto de Produção) em 54%, o que alcançou R$ 508 milhões”, disse Romanelli.
Segundo a Cooperativa Agroindustrial de Carlópolis (Coac), as vendas cresceram 50% no mercado, o que denotada a visibilidade e notoriedade da Indicação Geográfica (IG) e a certificação Global G.A.P. “A região também é próxima a São Paulo, um grande centro de comercialização e as rodovias, em boas condições, garantem o escoamento da produção”, disse.
Demanda – Para a Coac, as certificações, que exigiram uma série de adequações nas propriedades, foram fundamentais para a abertura de novos mercados no Brasil e fora do país. A cooperativa tem demanda para exportação o ano todo pelo mesmo preço de venda.
O consultor do Sebrae, Odemir Capello, diz que o selo de Indicação Geográfica (IG) ajudou os produtores na organização das propriedades e gestão do processo coletivo, além de trazer visibilidade para a goiaba por meio das divulgações e participação em feiras nacionais e internacionais.
“Quando iniciamos o projeto da goiaba, a ideia era vender o produto de forma diferenciada e, para isso, criar a certificação. Depois, entendemos que seria importante buscar o mercado externo, por ser mais estável e haver sobra de goiaba na região na época da safra. A goiaba era desvalorizada e jogada fora. Então, propomos certificação Global G.A.P.”, disse.
Capello destaca que a busca por certificações por pequenos produtores, além de diferenciar o produto, ajuda na gestão das propriedades, reduz custos e garante a sustentabilidade. Mas ele enfatiza que a certificação precisa estar de acordo com o mercado que se quer atingir. “Todo esse trabalho é feito pelo Sebrae para gerar desenvolvimento para o norte pioneiro do Paraná e tornar a região uma referência em produtos diferenciados do agronegócio”, completa.
Mais um projeto do Norte Pioneiro ganhou referência estadual e se estendeu para outras regiões do Paraná. O Mulheres do Café, com forte apoio do IDR-PR, expandiu-se para o Vale do Ivaí em 2021 e hoje alcança 270 mulheres em 18 grupos de 17 das 26 cidades da região com 1.100 hectares plantados.
“As cafeicultoras do Norte Pioneiro são um exemplo para o Paraná”, disse Romanelli a respeito das 250 cafeicultoras de 11 cidades da região reunidas na Associação das Mulheres do Café do Norte Pioneiro do Paraná. “Elas conseguiram fazer coisas fantásticas”, afirmou o deputado. Segundo ele, uma das conquistas foi vencer a barreira do associativismo marcado pela presença, na sua maioria, por homens.
A Amucafe, segundo Romanelli, se destaca não só pela qualidade dos cafés especiais produzidos, mas porque fortalece tanto a cafeicultura quanto toda a produção rural da região.”Com o apoio do Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná e das universidades estaduais, projetos como Mulheres do Café trazem um grande investimento em conhecimento e isto está ajudando a mudar a realidade do Norte Pioneiro”.
Nos últimos anos, a produção das duas regiões (Norte Pioneiro e Vale do Ivaí) recebeu prêmios, o que garante o valor da saca de café acima do praticado no mercado. As sacas especiais são vendidas por um preço de 40% a 50% a mais do que ocafé commodity. Em 2020, segundo o IDR-PR, enquanto o valor do café tradicional foi vendido a uma média de R$ 8 por quilo, o café especial chegou a uma média de R$ 20 por quilo.
Incentivos – Além disso, segundo a Secretaria Estadual da Agricultura, o trabalho das cafeicultoras rendeu, em 2021, mais 27,5 mil sacas (60 quilos cada uma) de café – 3,8 mil exclusivas de café especial. “O projeto Mulheres do Café tem DNA paranaense porque resgata a história de sucesso que tivemos com o café e gera autonomia para centenas de mulheres e suas famílias”, disse o governador Ratinho Junior (PSD).
Para incentivar o setor, o IDR-PR disponibiliza uma equipe multidisciplinar de 13 extensionistas para apoiar as mulheres. São economistas domésticos, assistentes sociais, técnicos agrícolas e engenheiros agrônomos. O instituto criou ferramentas de avaliação para selecionar os melhores cafés e colocá-los à venda em forma de leilão. Chamado de Cup das Mulheres do Café, já na sua primeira edição, o café vencedor foi arrematado por um valor acima de mercado e ficou conhecido como o café mais caro do Paraná. Foram 28 quilos vendidos por R$ 3, 8 mil.
“Esse é um projeto que terá perenidade no Paraná e vai alcançar cada vez mais lideranças femininas. Elas encontraram um nicho, dos cafés especiais, e recebem toda a orientação técnica necessária para crescerem sozinhas. As mulheres do café são protagonistas do campo e estão mudando a vida dos municípios onde já estão inseridas. É um exemplo de sucesso no Brasil”, completa Ratinho Junior.
O deputado Luiz Claudio Romanelli (PSD) destacou nesta terça-feira, 9, o avanço da exportação da produção de goiaba neste primeiro semestre, conforme registrada pela agência de notícias do Sebrae. “A goiaba de Carlópolis está consolidada nos mercados interno e externo. Tudo que é produzido na região tem mercado certo e esse é um resultado de um trabalho dos produtores com apoio do Sebrae, da prefeitura e do Governo do Estado”, disse Romanelli.
Inglaterra, Portugal, Canadá e Oriente Médio são os principais destinos das exportações. Os números do primeiro semestre, segundo Romanelli, são muito significativos e mostram ainda o potencial de produção de outras frutas como o morango, abacate, uva, abacaxi, banana, lichia, maracujá e pitaya. Foram exportadas 65,2 toneladas da fruta – um aumento de 1.142% em relação ao mesmo período do ano passado.
“Um estudo do IDR-Paraná aponta o crescimento exponencial da fruticultura nas 26 cidades da região de Carlópolis. Os produtores aumentaram em 17%, a área de produção aumentou em 33% e o VBP (Valor Bruto de Produção) em 54%, o que alcançou R$ 508 milhões”, disse Romanelli.
Segundo a Cooperativa Agroindustrial de Carlópolis (Coac), as vendas cresceram 50% no mercado, o que denotada a visibilidade e notoriedade da Indicação Geográfica (IG) e a certificação Global G.A.P. “A região também é próxima a São Paulo, um grande centro de comercialização e as rodovias, em boas condições, garantem o escoamento da produção”, disse.
Demanda – Para a Coac, as certificações, que exigiram uma série de adequações nas propriedades, foram fundamentais para a abertura de novos mercados no Brasil e fora do país. A cooperativa tem demanda para exportação o ano todo pelo mesmo preço de venda.
O consultor do Sebrae, Odemir Capello, diz que o selo de Indicação Geográfica (IG) ajudou os produtores na organização das propriedades e gestão do processo coletivo, além de trazer visibilidade para a goiaba por meio das divulgações e participação em feiras nacionais e internacionais.
“Quando iniciamos o projeto da goiaba, a ideia era vender o produto de forma diferenciada e, para isso, criar a certificação. Depois, entendemos que seria importante buscar o mercado externo, por ser mais estável e haver sobra de goiaba na região na época da safra. A goiaba era desvalorizada e jogada fora. Então, propomos certificação Global G.A.P.”, disse.
Capello destaca que a busca por certificações por pequenos produtores, além de diferenciar o produto, ajuda na gestão das propriedades, reduz custos e garante a sustentabilidade. Mas ele enfatiza que a certificação precisa estar de acordo com o mercado que se quer atingir. “Todo esse trabalho é feito pelo Sebrae para gerar desenvolvimento para o norte pioneiro do Paraná e tornar a região uma referência em produtos diferenciados do agronegócio”, completa.
Mais um projeto do Norte Pioneiro ganhou referência estadual e se estendeu para outras regiões do Paraná. O Mulheres do Café, com forte apoio do IDR-PR, expandiu-se para o Vale do Ivaí em 2021 e hoje alcança 270 mulheres em 18 grupos de 17 das 26 cidades da região com 1.100 hectares plantados. “As cafeicultoras […]
O deputado Luiz Claudio Romanelli (PSD) destacou nesta terça-feira, 9, o avanço da exportação da produção de goiaba neste primeiro semestre, conforme registrada pela agência de notícias do Sebrae. “A goiaba de Carlópolis está consolidada nos mercados interno e externo. Tudo que é produzido na região tem mercado certo e esse é um resultado de […]
O deputado estadual Luiz Claudio Romanelli (PSD) lamentou nesta segunda-feira (8) a morte do ex-prefeito de Primeiro de Maio, Marinho Casanova. “Marinho era uma figura extraordinária. Lutou bravamente contra um câncer devastador. Infelizmente o perdemos hoje”, disse durante a sessão da Assembleia Legislativa.
Romanelli afirmou que Marinho foi um dos seus grandes amigos na política e classificou o ex-prefeito como um “homem público raro, dedicado a fazer a boa política”. Com 66 anos, Marinho tratava de um câncer no sistema linfático, era agrônomo e foi prefeito de Primeiro Maio por três mandatos.
“Caminhamos juntos em várias campanhas, trabalhamos por obras e investimentos para a cidade. Aprendi muito com a sua simplicidade e capacidade de trabalhar”, destacou Romanelli.
O deputado contou que mesmo nos momentos mais duros da doença, Marinho jamais perdeu a ternura e o bom humor. “Conversamos recentemente, e ele estava otimista em superar a doença. Meus sentimentos à filha, a prefeita Bruna Casanova; à esposa Dirce Oliveira e a todos os amigos e familiares”.